segunda-feira, 28 de outubro de 2024

Sanzen Daisensekai - Cosmologia do Budismo

Cosmologia: 

Cosmologia é o estudo do Universo em sua totalidade e, por extensão, o lugar da humanidade nele. 
A palavra cosmologia é bem recente (usada pela primeira vez em 1730), o estudo do universo tem uma longa história envolvendo ciência, filosofia, esoterismo e religião. 
Os desenvolvimentos na cosmologia deram muitas voltas e reviravoltas desde o nascimento do iluminismo científico no século XVI.

Nos últimos 400 anos, a ciência da cosmologia progrediu de um estado inicial de incerteza usando instrumentos rudimentares para observação e medição e matemática intuitiva. Agora está colocada em uma base empírica e teórica firme com o auxílio de instrumentos poderosos e precisos em uma variedade de domínios e ferramentas matemáticas totalmente maduras.

Evolução da Cosmologia no Ocidente Evolução da Cosmologia no Ocidente

babylon-cosmologyO modelo da Terra plana é uma concepção arcaica do formato da Terra como um plano ou disco. Muitas culturas antigas concordavam sobre a cosmografia plana da Terra, incluindo a Grécia antiga (até o período clássico), as civilizações da Idade do Bronze e da Idade do Ferro do Oriente Médio (até o período helenístico), na Índia (até o período Gupta, primeiros séculos d.C.), e na China até o século XVII (17).

Os antigos babilônios acreditavam que a Terra era cercada por um oceano, e que o oceano também era cercado por altos penhascos, com um teto em forma de fuso arqueando-se sobre eles. O interior do teto é um mundo de escuridão e poeira, e há buracos no leste e no oeste do teto, e o sol e a lua entram e saem por esses buracos, criando um ciclo de dia e noite.

Visão do Universo dos Antigos Povos

A Terra é um quadrado gigantesco e o céu é um círculo ainda maior (o centro do céu é a Estrela do Norte) ou esférico (a linha que liga a Estrela do Norte e o centro da Terra é o eixo da esfera). 

Os antigos babilônios acreditavam que a Terra era cercada por um oceano, e que o oceano também era cercado por altos penhascos, com um teto em forma de fuso arqueando-se sobre eles. O interior do teto é um mundo de escuridão e poeira, e há buracos no leste e no oeste do teto, e o sol e a lua entram e saem por esses buracos, criando um ciclo de dia e noite.

terra-plana2


Hindu-cosmologyNa Índia, cada uma das quatro religiões (Hinduísmo, Budismo, Jainismo e Sikhismo) tinha a sua própria cosmologia única. O maior deles são os Vedas, a literatura religiosa mais antiga da Índia, que data do século 10 aC ao século 1000 aC. A ideia básica sobre a estrutura do universo é que ele consiste em três camadas: terra, ar e céu. A ideia básica sobre a estrutura do universo é que ele consiste em três camadas: terra, ar e céu.

O modelo da Terra plana é uma concepção arcaica do formato da Terra como um plano ou disco. Muitas culturas antigas concordavam sobre a cosmografia plana da Terra, incluindo a Grécia antiga (até o período clássico), as civilizações da Idade do Bronze e da Idade do Ferro do Oriente Médio (até o período helenístico), na Índia (até o período Gupta, primeiros séculos d.C.), e na China até o século XVII (17). À direita, mostra imagem do universo pintado por Flammarion (1888). Nela, representando um viajante que chegou ao limite de uma Terra plana
Essa idéia de que a Terra é plana, que parece que muitos ainda acreditavam no século 19 é absuro, sendo que, através da viagem de Cristóvão Colombo que chegou ao continente Américano em 1492 e da circunavegação do mundo por Fernão de Magalhães (1519-1521) haviam comprovado que a Terra esférica.
Circum-navegação de Fernão de Magalhães
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Na Índia, cada uma das quatro religiões (Hinduísmo, Budismo, Jainismo e Sikhismo) tinha a sua própria cosmologia única. O maior deles são os Vedas, a literatura religiosa mais antiga da Índia, que tem início no século 10 a.C. A ideia básica sobre a estrutura do universo é que ele consiste em três camadas: terra, ar e céu. A ideia básica sobre a estrutura do universo é que ele consiste em três camadas: terra, ar e céu.

Monte_Sumeru400
A cosmologia budista é uma descrição da forma e evolução do universo baseada nas escrituras e comentários budistas. 
O conceito de cosmologia pode ser visto nos documentos como sutras e comentários da escola Teravada (2000 a.C.) ou do Budismo Mahanaya (século 1). 

No conceito de cosmologia do Budismo, há Monte Sumeru - morada de deuses budistas e seres celestiais como Brahma e Shakra Devanan Indra (Taishaku 帝釈天, em japonês) no centro e, cercado por nove oceanos e quatro continentes frutuantes. 
O continente do sul que é chamado de Enbudai ou Jambudvipa (南閻浮提), é onde vivem os humanos. O sol e a lua também estão incluídos neste mundo. 

 Quatro Continentes no Conceito Budista

    Leste: Continente Purvavidehadvipa (東勝身洲)
    Oeste: Continente Aparagodaniyadvipa (西牛貨洲) 
    Norte: Continente Uttarakuru (北倶盧洲) 
    Sul: Continente Jambudvipa (南閻浮提洲)


Antigas Visões sobre o Universo 

babylon-cosmologyO modelo da Terra plana é uma concepção arcaica do formato da Terra como um plano ou disco. Muitas culturas antigas concordavam sobre a cosmografia plana da Terra, incluindo a Grécia antiga (até o período clássico), as civilizações da Idade do Bronze e da Idade do Ferro do Oriente Médio (até o período helenístico), na Índia (até o período Gupta, primeiros séculos d.C.), e na China até o século XVII (17).

Os antigos babilônios acreditavam que a Terra era cercada por um oceano, e que o oceano também era cercado por altos penhascos, com um teto em forma de fuso arqueando-se sobre eles. O interior do teto é um mundo de escuridão e poeira, e há buracos no leste e no oeste do teto, e o sol e a lua entram e saem por esses buracos, criando um ciclo de dia e noite.

A Terra é um quadrado gigantesco e o céu é um círculo ainda maior (o centro do céu é a Estrela do Norte) ou esférico (a linha que liga a Estrela do Norte e o centro da Terra é o eixo da esfera). Babilônia (Mesopotâmia) Os antigos babilônios acreditavam que a Terra era cercada por um oceano, e que o oceano também era cercado por altos penhascos, com um teto em forma de fuso arqueando-se sobre eles. O interior do teto é um mundo de escuridão e poeira, e há buracos no leste e no oeste do teto, e o sol e a lua entram e saem por esses buracos, criando um ciclo de dia e noite.

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Hindu-cosmology
Na Índia antiga, cada uma das quatro religiões (Hinduísmo, Budismo, Jainismo e Sikhismo) tinha a sua própria cosmologia única. O maior deles são os Vedas, a literatura religiosa mais antiga da Índia, que tem início no século 10 a.C.  
A ideia básica sobre a estrutura do universo é que ele consiste em três camadas: terra, ar e céu. A ideia básica sobre a estrutura do universo é que ele consiste em três camadas: terra, ar e céu.

Modelo da Terra plana é uma concepção arcaica do formato da Terra como um plano ou disco. Muitas culturas antigas concordavam sobre a cosmografia plana da Terra, incluindo a Grécia antiga (até o período clássico), as civilizações da Idade do Bronze e da Idade do Ferro do Oriente Médio (até o período helenístico), na Índia (até o período Gupta, primeiros séculos d.C.), e na China até o século XVII (17). À direita, mostra imagem do universo pintado por Flammarion (1888). Nela, representando um viajante que chegou ao limite de uma Terra plana

Conceito do Mundo no Budismo  

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A cosmologia budista é uma descrição da forma e evolução do universo baseada nas escrituras e comentários budistas. 
O conceito de cosmologia pode ser visto nos documentos como sutras e comentários da escola Teravada (2000 a.C.) ou do Budismo Mahanaya (*/- século 1). 

No conceito de cosmologia do Budismo, há Monte Sumeru - morada de deuses budistas e seres celestiais como Brahma e Shakra Devanan Indra (Taishaku帝釈天, em japonês) no centro e, cercado por nove oceanos e quatro continentes frutuantes. O continente do sul que é chamado de Enbudai ou Jambudvipa (南閻浮提), é onde vivem os humanos. O sol e a lua também estão incluídos neste mundo. 


Os Quatro Continentes no Num Mundo Pequeno

  Leste: Continente Purvavidehadvipa (東勝身洲)
  Oeste: Continente Aparagodaniyadvipa (西牛貨洲) 
  Norte: Continente Uttarakuru (北倶盧洲) 
  Sul: Continente Jambudvipa (南閻浮提洲)


Evolução da Cosmologia
 
    Diagrama ptolomaico de um sistema geocêntrico
diagram-Ptolemaic-Cellarius-system-1660A teoria de geocentrismo que explica que o Sol gira em torno da Terra foi declarado por cientista grego Ptolemeu (ano 100 a 170) teve apoio da igreja e todo mundo acreditava na teoria do geocentrismo até o século 17.

Em 1605, astrônomo alemão Johannes Kepler (1571 a 1630) descobriu as leis do movimento planetário (leis de Kepler) e Isaac Newton, físico e matemático inglês (1643 a 1727) mostrou que essa lei poderia explicar a lei da gravitação universal, consolidou a teoria heliocêntrica, e a teoria de que a planeta Terra gira em torno do Sol heliocentrismo foi aceitado amplamente, no mundo inteiro.

Sabe-se hoje, que nem o Sol está no centro do universo. O nosso sistema solar está situado em um braço espiral externo da nossa Galáxia, e que a nossa Galáxia é um dos 100galáxias no universo observável (fonte NASA). Mas há teoria de que esse número chegue a 200 bilhões (2×1011) a 2 trilhões.


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Sistema Maior de Mundos - Sanzen Daisen Sekai


 Um dos principais diferenças entre o budismo de Nichiren Daishonin e outras religiões ocidentais, como cristianismo, judaísmo, islamismo, xintoísmo (religião japonesa), bramanismo (indiano), está na sua forma para esclarecer o universo e a vida.

 Enquanto no demais religiões que baseiam o surgimento do universo (ou a criação do mundo) e vida na teoria de criacionismo, para explicar desde a criação do mundo (ou universo), o budismo explica o universo exsitente no interior da vida, que é o princípio de "Ichinen Sanzen" (três mil mundos num único momento da vida).

No cosmovisão e a cosmologia da Índia antiga, um mundo pequeno é um sistema que inclui o sol, a lua e quatro planetas. Juntando-se 1000 pequeno mundos, forma-se um mundo médio, que equivaleria a uma galáxia. Juntando 1000 mundos médios, forma-se um grande mundo, que equivaleria aglomerado de galáxias. E finalmente juntando 1000 mundos grandes, formaria Sistema Maior de Mundos, que seria superaglomerado de galáxias. 

Sistema de Mundos Maior do budismo comparado à estrutura do universo descoberto pela ciência 
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Como mencionei anteriormente, o foco do budismo é o universo interior, ou seja a vida (esclarece que todos têm os 10 estados de vida). Porém, como pode ver neste exemplo de visão sobre o universo, a teoria cosmológica do budismo é consistente com o que a ciência descobriu até hoje.

61gGfC3f69L._AC_UF1000,1000_QL80_  No livro "Espaço e Vida Eterna: Um diálogo entre Chandra Wickramasinghe e Daisaku Ikeda", o Dr. Wickramasinghe diz: “A cosmologia budista é notável no sentido de que apareceu muito cedo na história do pensamento humano”, e acrescentou: “A cosmologia budista harmoniza-se perfeitamente com a ideia científico mais moderno. O presidente Ikeda também disse que o Buda Shakyamuni, o fundador do Budismo, “percebeu no profundo interior da sua vida, uma vida primordial que ela própria pode originar o próprio universo”.

  O presidente Ikeda aponta neste diálogo que: "As limitações da civilização ocidental, que tem visto o universo como centrado no ser humano e a natureza como um objeto a ser conquistado. O que é necessário agora são os valores do budismo, que prega a coexistência com a natureza".
Em seu posfácio, o Dr. Chandra Wickramasinghe escreveu: “Quando uma nova perspectiva cósmica é combinada com os valores do Budismo que sempre foi respeitado – o valor da compaixão por todas as coisas vivas – ela cria uma visão de mundo que é perfeitamente adequada para o século 21”.

FIM


sábado, 12 de outubro de 2024

Grupo de Sobreviventes Japoneses da Bomba Atômica recebe Premio Nobel da Paz de 2024

 O Nihon Hidankyo, uma organização formada por japoneses sobreviventes às bombas atômicas (hibaskusyas) de Nagasaki e Hiroshima, foi anunciado nesta sexta-feira (11/10) como ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 2024.


Memorial da Paz de Hiroshima (mais informações clique aqui) 
genbakukinenkan


Museu da Bomba Atómica de Nagasaki (mais informações clique aqui)
museu-da-paz-nagasaki


O Comitê Norueguês escolheu como o vencedor do Nobel da Paz de 2024, o Nihon Hidankyo, justificou a premiação da organização, fundado em 1956, pelo seu esforço contínuo pela eliminação das armas nucleares em todo o planeta.

Nobel_PrizeO presidente do Comitê, Joergen Watne Frydnes, disse que o Nihon Hidankyo tem prestado "uma enorme contribuição para a necessidade de banir as armas nucleares".

Joergen Watne Frydnes ressaltou que o chamado "tabu nuclear" estava agora "sob pressão" — e elogiou o uso feito pelo grupo de depoimentos de testemunhas vítimas das bombas para garantir que armas nucleares não voltem jamais a ser utilizadas.


Em 2016, a Japão Hidankyo lançou a campanha de "Assinatura Internacional Hibakusha'' (Assinatura Internacional Hibakusha), que foi a primeira vez que os sobreviventes da bomba atômica apelaram ao mundo. E até 2020 (em 20 anos), a Japão Hidankyo conseguiu 13,7 milhões de assinaturas no mundo inteiro. 

Estudantes participando no movimento de campanha de "Assinatura Internacional Hibakusha"
(esses estudantes são filhos e netos das vítimas da bomba atômica)
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A seguir, a íntegra da declaração do Comitê de Premio Nobel da Paz, sobre a premiação da Nihon Hibakukyo:

O Comité Norueguês do Prémio Nobel decidiu conceder o Prémio Nobel da Paz de 2024 à organização japonesa Nippon Hidankyo. É um movimento popular de sobreviventes das bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki, também conhecidos como hibakusha (sobreviventes da bomba atômica), e demonstrou através de depoimentos de testemunhas oculares que vêm se esforçando para realizar um mundo livre de armas nucleares e que as armas nucleares nunca devem ser usado novamente. Este é o motivo do prêmio.

O lançamento da bomba atómica em Agosto de 1945 desencadeou um movimento global cujos membros (da Nippon Hidankyo) trabalharam incansavelmente para elevar a consciencialização sobre as consequências devastadoras da utilização de armas nucleares para a humanitária. Gradualmente, foram desenvolvidas fortes normas internacionais que condenam o uso de armas nucleares como moralmente inaceitáveis. Essa norma ficou conhecida como “tabu nuclear”.

Os testemunhos dos sobreviventes de Hiroshima e Nagasaki são únicos neste contexto mais amplo.

Estas testemunhas históricas baseiam-se nas suas histórias pessoais para criar campanhas educativas baseadas nas suas próprias experiências e, ao emitirem um alerta urgente contra a proliferação e utilização de armas nucleares, criam e estabelecem uma oposição generalizada às armas nucleares em todo o mundo. Os Hibakushas ajudam-nos a expressar o indescritível e impensável sofrimento e a dor causados ​​pelas armas nucleares, e isso nos ajuda a compreender esses sofrimentos.

O Comité do Prémio Nobel gostaria de reconhecer um fato encorajador: as armas nucleares não são utilizadas na guerra há aproximadamente 80 anos. Os esforços extraordinários do Japão Hidankyo e dos representantes dos sobreviventes da bomba atómica contribuíram significativamente para estabelecer o tabu nuclear. É, portanto, alarmante que hoje este tabu contra a utilização de armas nucleares esteja sob pressão.

Os países com armas nucleares estão modernizando e melhorando as suas armas. Novos países parecem estar a preparar-se para adquirir armas nucleares. E há ameaças de utilização de armas nucleares na guerra em curso. Neste momento da história da humanidade, vale a pena lembrar o que são as armas nucleares. É a arma mais destrutiva que o mundo já viu.

O próximo ano marcará 80 anos desde que duas bombas atómicas dos Estados Unidos da América mataram cerca de 120 mil civis em Hiroshima e Nagasaki. Um número comparável de pessoas morreu de queimaduras e envenenamento por radiação nos meses e anos que se seguiram. As armas nucleares modernas têm um poder destrutivo muito maior. Estas armas nucleares podem matar milhões de pessoas e ter efeitos catastróficos no clima. A guerra nuclear poderia destruir a nossa civilização.

O destino daqueles que sobreviveram ao inferno de Hiroshima e Nagasaki tem sido escondido e ignorado há muito tempo. Em 1956, organizações hibakusha locais e vítimas de testes nucleares realizados no Oceano Pacífico, formaram a Associação Japonesa de Vítimas de Bombas Atômicas e de Hidrogênio. A abreviatura em japonês é Nihon Hidankyo. Tornou-se o maior e mais influente grupo de sobreviventes da bomba atômica no Japão.

No centro da visão de Alfred Nobel estava a crença de que pessoas dedicadas podem fazer a diferença. Ao atribuir o Prémio da Paz deste ano ao Japão Hidankyo, o Comité do Prémio Nobel gostaria de prestar homenagem a todos os sobreviventes da bomba atómica que optaram por usar o seu sofrimento físico e memórias dolorosas para promover a esperança e o compromisso com a paz.

Nippon Hidankyo forneceu milhares de relatos de testemunhas, emitiu resoluções e apelos formais e enviou delegações anuais às Nações Unidas e a várias conferências de paz para lembrar ao mundo a necessidade urgente do desarmamento nuclear.

Algum dia, os sobreviventes da bomba atómica que servem como testemunhas da história deixarão de existir diante de nós. No entanto, com uma forte cultura de protecção da memória e de envolvimento contínuo, as novas gerações no Japão estão a transmitir as experiências e mensagens dos sobreviventes da bomba atómica. Eles inspiram e educam pessoas em todo o mundo. Ao fazê-lo, contribuem para manter o tabu nuclear, que é um pré-requisito para um futuro pacífico para a humanidade.

A decisão de atribuir o Prémio da Paz de 2024 ao Japão Hidankyo está firmemente enraizada no legado de Alfred Nobel. O premio deste ano junta-se a uma lista impressionante de prémios de paz que a Comissão atribuiu no domínio do desarmamento nuclear e do controlo de armas.

O Prémio da Paz de 2024 cumpre o desejo de Alfred Nobel de reconhecer os esforços que trazem o maior benefício para a humanidade.

Oslo, 11 de outubro de 2024


Estátua da Paz, da cidade de Nagasaki
長崎市にある平和祈念像



Cenotáfio das Vítimas da Bomba Atômica de Hiroshima
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Epígrafe gravado na placa de mármore que fica em baixo da cenotáfio acima.
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