quinta-feira, 10 de abril de 2025

Budismo é Vitória ou Derrota

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  O princípio de vitória ou derrota é a base do Budismo Nitiren. Esse conceito não se refere a escolher entre a vitória e a derrota, pois, para os praticantes do Budismo que cultivam uma poderosa fé, só há vitória.
  Aplicar esse conceito na sociedade é vencer em tudo, independentemente de as circunstâncias serem favoráveis ou não. A derrota existe quando você desiste de lutar e abandona a fé e o mestre. (Terceira Civilização Edição 528)
 

Orientação do Presidente Ikeda sobre O Budismo é Vitória ou Derrota:
(fonte: livo “Mundo do Gosho – Diálogo sobre Religião de Humanismo”, publicado em 2003)

Ikeda: O princípio de que "o budismo é vitória ou derrota”, pode ser encontrado em todos os escritos de Nichiren Daishonin, embora seja expresso de várias maneiras. Em particular, em uma expressão concisa, a "Resposta ao Shijo Kingo", também conhecida como “O Herói do Mundo”,  afirma claramente que "o budismo se preocupa primordialmente com vitória ou derrota” (CEND Vol.2. pág. 95). O Sr. Makiguchi também citava este ditado, afirmando que  aqui se reside "a vida de uma religião".

Saito: A data em que esta carta foi escrita é desconhecida, mas, a julgar pelo seu conteúdo, acredito que provavelmente foi escrita no 2.o semestre de 1277.
Nessa essa época, o Shijo Kingo foi informado por seu lorde que sua terra seria confiscada se ele não abandonasse sua fé no Sutra de Lótus. Em resposta, Shijo Kingo jurou a Nichiren Daishonin que ele nunca abandonaria sua fé.
Ao elogiar a determinação de Kingo, Nichiren Daishonin escreveu a Carta de Petição ao Yorimoto (CEND Vol.2. pág. 62) , ao seu senhor, Lorde Ema.

Ikeda: Ikeda: Sua carta agora sugere que Daishonin recebeu uma carta de Kingo informando uma boa notícia. Entretanto, a situação ainda continuava tensa e portanto havia urgente necessidade de Daishonin enviar uma petição ao Lorde Ema. Por esse motivo, Nichiren Daishonin ensinou o princípio de "Budismo é vitória ou derrota" ao Kingo, para transformar essa circunstância em vitória.
 O budismo é é vitória ou derrota, assim como a vida. Não é exagero dizer que o budismo foi pregado para que todos pudessem vencer a luta fundamental da vida, que é a batalha entre Buda e o demônio. Ou você derrota o demônio e alcança a iluminação ou é derrotado pelo demônio e viver uma vida perdida, de ilusão. O significado supremo do budismo na vida está em vencer essa batalha fundamental. 

Morinaka: Com a explicação do senhor, o significado de "o budismo se preocupa primordialmente com vitória ou derrota” ficou bem claro para mim.

Ikeda: Numa vida baseada no budismo, todas as circunstâncias da vida são continuações ininterruptas de batalhas de vencer ou ser derrotado. Isto é, em outras palavras, são verdadeiros fenômenos da vida. Para as pessoas que desafiam nessas batalhas, todas as coisas que acontecem durante a vida, mesmo que seja assuntos seculares, são todas relacionadas à prática budista, ou seja, estará de acordo com o princípio de Budismo é vitória ou derrota. 

Saito: Isso também deixa mais claro o significado da declaração de Nichiren Daishonin de que "a lei secular é recompensa e punição", em contraste com "a lei budista é uma batalha".

Ikeda: Na sociedade samurai à qual Shijo Kingo pertencia, pode-se dizer que recompensas e punições impostas por seu senhor eram o regra fundamental da vida de um samurai. Entretanto, Nichiren Daishonin ensina a Kingo que sua situação atual não deve ser vista como uma questão de recompensa ou punição em termos da sociedade, mas sim como um desafio de vitória ou derrota do budismo.

Demônios no budismo significa, “desejos mundanos” e “visão errônea” que existe dentro da nossa vida.

SKShijo Kingo: foi um dos principais discípulos de Nichiren Daishonin que viveu em Kamakura. Durante a Perseguição de Tatsu no Kuchi, ele foi chamado por Daishonin para acompanhar no local de execução. Shijo Kingo serviu ao Lorde Ema, um ramo do clã Hojo, mas incorreu no desagrado de seu senhor devido às calúnias de seus colegas de serviço e correu o risco de ter suas terras confiscadas e ser expulso de ser seu vassalo. Entretanto, ele seguiu a fielmente as orientações (várias cartas) de Daishonin e baseado na sincera fé continuou dedicando ao seu senhor. Quando seu senhor adoeceu, Kingo cuidou dele até curar. Com isso ele conseguiu recuperar  sua confiança e adquiriu novo terreno três vezes maior que antes.







Como Podemos obter a Vitóriar?

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  Sobre a frase “O budismo se preocupa primordialmente com vitória ou derrota por essa razão, o Buda é denominado Herói do Mundo, ao passo que um soberano é chamado de “aquele que governa conforme sua vontade.” (CEND Vol.2. pág. 95), o presidente Ikeda fez seguinte diálogo com os coordenadores do Depto de Budismo da Soka Gakkai, no livro "Mundo do Gosho" (御書の世界), publicado no ano de 2005. (é a mesma fonte da matéria anterior)


O budismo é vitória ou derrota, autoridade secular baseia-se no princípio de recompensa e punição

Morinaka: Primeiramente gostaria de ler parte inicial desse escrito* “Agora que li a sua carta, sinto-me tão aliviado como se, depois de uma longa noite, o dia tivesse finalmente amanhecido, ou como alguém que regressou ao lar após uma longa jornada. 
  O budismo se preocupa principalmente com vitória ou derrota, enquanto a autoridade secular baseia-se no princípio de recompensa e punição. Por essa razão, um buda é denominado o Herói do Mundo, ao passo que um soberano é chamado de “aquele que governa conforme sua vontade”. 

Saito: A data em que esta carta foi escrita é desconhecida, mas, a julgar pelo seu conteúdo, acredito que provavelmente foi escrita no 2.o semestre de 1277.
Nessa essa época, o Shijo Kingo foi informado por seu lorde que sua terra seria confiscada se ele não abandonasse sua fé no Sutra de Lótus. Em resposta, Shijo Kingo jurou a Nichiren Daishonin que ele nunca abandonaria sua fé.
Ao elogiar a determinação de Kingo, Nichiren Daishonin escreveu a Carta de Petição ao Yorimoto (CEND Vol.2. pág. 62) , ao seu senhor, Lorde Ema.

   Livro Gosho no Sekai (Mundo do Gosho)
Gosho no SekaiIkeda: Pelo conteúdo dessa carta, sugere que Daishonin recebeu uma carta de Kingo,  informando-lhe uma boa notícia. Entretanto, a situação ainda continuava tensa e portanto havia urgente necessidade de Daishonin enviar uma carta de petição ao Lorde Ema. 
  Por esse motivo, Nichiren Daishonin ensinou o princípio de "Budismo é vitória ou derrota" ao Kingo, para transformar essa circunstância em vitória definitiva.
 O budismo é vitória ou derrota, assim como a vida. Não é exagero dizer que o budismo foi pregado para que todos pudessem vencer a luta fundamental da vida, que é a batalha entre o Buda e a maldade. Ou você derrota a maldade e alcança a iluminação ou é derrotado pela maldade e viver uma vida perdida, de ilusão. O significado supremo do budismo na vida está em vencer essa batalha fundamental. 

Morinaka: Com a explicação do senhor, o significado de "o budismo se preocupa primordialmente com vitória ou derrota” ficou bem claro para mim.

Ikeda: No modo supremo de vida baseada no budismo, todas as circunstâncias da vida serão continuações ininterruptas de batalhas de vencer ou ser derrotado. Isto é, em outras palavras, são verdadeiros fenômenos da vida. Para as pessoas que desafiam nessas batalhas, todas as coisas que acontecem na vida, mesmo que seja assuntos seculares, são todas relacionadas à prática budista, ou seja, estará de acordo com o princípio de budismo é vitória ou derrota. 

Saito: Com essa explicação fica mais claro o significado da declaração de Nichiren Daishonin de que "a lei secular é recompensa e punição", em contraste com "budismo é vitória ou derrota".

Ikeda: Na sociedade samurai à qual Shijo Kingo pertencia, as recompensas e as punições impostas por seu senhor eram o regra fundamental da vida de um samurai. Entretanto, Nichiren Daishonin ensina a Kingo que, sua situação atual não deve ser vista como uma questão de recompensa ou punição em termos da regra da sociedade, mas sim como um desafio de vitória ou derrota do budismo.

Saito: Daishonin nos ensina que devemos basear a nossa vida no princípio de budismo évitória ou derrota.


Budismo é razão! Budismo é vitória ou derrota

(Orientação de presidente Ikeda na Conferência Nacional de Coordenadores de Prefeituras- 26/10/2021)


  Quando falamos de um veterano predecessor da Divisão Sênior, logo lembramos o Shijo Kingo, que tinha laços profundos com a região de Shin-etsu (região de prefeituras de Niigata e Nagano).
  Como todos sabem, Shijo Kingo era invejado por seus colegas por seu excelente trabalho, perseguido por sua fé íntegra e sofria de difamações infundadas, o que o colocou em uma posição difícil. Nichiren Daishonin, o protegeu como todo coração. 

  Resumindo as orientações dadas ao Kingo, através dos Goshos, pode-se dizer seguinte:
  A primeira é "fé para superar dificuldades". E depois, "transformar veneno em remédio". Através desse princípio, Daishonin ensinou o grande poder da Lei Mística para Kingo.
  Além disso, “Um homem verdadeiramente sábio não será arrebatado por nenhum dos oito ventos: prosperidade, declínio, desgraça, honra, elogio, censura, sofrimento e prazer. Ele não se inflama com a prosperidade nem se desespera com o declínio." (As Escrituras de Nitiren Daishonin, vol. 3, págs. 201), e enfatizou que "o budismo está no comportamento como ser humano".

  Mais especificamente, Daishonin lhes ensinou a "essência dos comportamento humano", tais como: "não perca a paciência", "não baixe a guarda", "tenha cuidado com acidentes", "não deixe de tomar precauções antecipadamente", "tenha cuidado com o álcool", "valorize seus companheiros", "faça aliados", "nunca repreenda a mulher", "respeite as pessoas" e assim por diante.

  Ele também disse: "Budismo é razão". O budismo é o princípio mais elevado e possui máximo de poder da justiça, que sempre triunfará sobre qualquer poder ou tirania. Além disso, Nichiren Daishonin apelou à "união entre os companheiros".
  Especialmente em tempos difíceis, que devemos permanecer conectados aos nossos bons companheiros e avançar juntamente com a organização harmoniosa (Soka Gakkai), pois dessa forma podemos impedir que as maldades nos penetrem para tirar a vantagem. A Soka Gakkai é o “porto seguro da vida".

  Daishonin também disse:  “Não há felicidade maior para os seres humanos do que recitar Nam-myoho-renge-kyo. ” (CEND, v. I, p. 713)."
  Nichiren Daishonin declarou para Shijo Kingo, dizendo: "Não há estratégia que supere o Sutra de Lótus". Ele afirmou veementemente: "importante é o coração" (Gosho, p. 1192) e “Um covarde não pode ter nenhuma de suas orações respondidas”. (WND, pág. 1.001) 

  Devemos lutar com fé corajosa. E acima de tudo, "budismo é vitória ou derrota". Vamos dialogar sobre justiça com as pessoas e viver dignamente como um leão. Haja o que houver, manter a prática da fé do budismo. Então essa pessoa conquistará a vitória no final. Nichiren Daishonin nos ensinou como viver nossas vidas de uma maneira digna e brilhante.

  Daishonin também instruiu a esposa de Shijo Kingo (Nichiguennyo) a manter uma fé corajosa. Em sua carta a Kingo, ele escreveu: “O fato de as orações de Nitiguennyo não terem sido respondidas é como um forte arco com uma corda fraca ou uma excelente espada nas mãos de um covarde. Não é, de modo algum, culpa do Sutra de Lótus.”. "Embora o Kingo seja odiado pelas pessoas, ele mantém sua fé. Diga à sua esposa: "Vamos colocar isso em prática" (Gosho, p. 1138).



quarta-feira, 2 de abril de 2025

Conceito de Demônio no Budismo

   No budismo, frequentemente termo "demônio".


  O que é esse demônio?
  É igual do que o Buda Sakyamuni enfrentou antes de atingir a sua iluminação? 

  No cristianismo, demônios são seres sobrenaturais que se opõem a Deus e ao ser humano. São também conhecidos como Diabo, Lúcifer, Satã, Belzebu, Maligno, Belial ou Dragão. (Fonte: Infopédia)
 
  Na Wikipédia diz: Demónio ou demônio é, segundo o cristianismo, um anjo que se rebelou contra Deus e que passou a lutar pela perdição da humanidade. Na antiguidade, contudo, o termo tinha outra conotação, referindo-se a um gênio que inspirava os indivíduos tanto para o bem quanto para o mal.

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  Como o Cristianismo moldou a figura de Satanás para combater outras religiões

      A figura do demônio foi criado pelo homem.
akuma1   No Ocidente, antigamente, o demônio ou diabo não era retratada como a maioria das pessoas estão familizados, ou seja, com olhos vermelhos, enormes chifres, corpo vermelho com grandes asas de morcego na costa - uma "besta" como dizem normalmente.
 
  No site da BBC News Brasil, há um artigo interessante que eu peguei emprestado como subtítulo dessa matéria. No site diz: - 
  "A partir do ano 1000, o diabo começa a ser representado com aparência grotesca e monstruosa, entre o humano e o animal. (...)  Um fato interessante, que Até o século 11, conforme aponta o pesquisador, ele quase sempre foi retratado com aparência humana.
  O escritor e semiólogo italiano Umberto Eco tratou dessa questão no livro "História da Feiura". "É somente a partir do século 11 que ele começa a aparecer como um monstro dotado de cauda, orelhas animalescas, barbicha caprina, artelhos, patas e chifres, adquirindo também asas de morcego".


   Por que o Diabo é retratados com chifres, rabo e pé de bode?

   A intensão da igreja, era criar "o inimigo de Deus" na forma mais hedionda possível. No site citado paga acima diz: "A assimilação da cultura grega e seus deuses por parte do cristianismo trouxe contribuições como os chifres, os pés de bode e o rabo, características do deus Pã. A entrada do cristianismo nos países celtas, ao norte da Europa, contribuiu para reforçar essa imagem próxima do deus Cernu, ou Cernunno".

   A figura pagã de Pã (Deus dos bosques, dos campos, dos rebanhos e dos pastores, da mitologia grega. Imagem à direita) é associado à várias atitudes criticadas pela igreja católica, como símbolo da sexualidade 'selvagem' e desregrada. As divindades mais antigas costumam ser animais ou humanos com partes de animais. Associar uma imagem dessas a algo maligno é também uma forma de criticar os cultos antigos. 


  Conceito de Demônios no Budismo:

  No 13º capítulo do Sutra de Lótus, “Devoção Encorajadora”, consta que os praticantes que propagarem o verdadeiro ensino budista (Sutra de Lótus) na era dos Últimos Dias da Lei, enfrentarão diversos insultos provocados por três tipos de perseguidores chamados de Três Poderosos Inimigos ou Três Tipos de Inimigos. (Fonte: Jornal Brasil Seikyo Edição 1846)

  Demônios no budismo significa, “desejos mundanos” e “visão errônea” que existe dentro da nossa vida.  Essas funções negativas faz com que as pessoas se afastam do Gohonzon (e recitar o Daimoku) e das atividades da organização.
  Além disso, os demônios têm a função de causar desordem no pensamento das pessoas e, consequentemente, a perturbação na sociedade, de modo que às vezes os demônios são usados ​​para representar aqueles que causam desordem no pensamento.
  Ainda no 13º capítulo do Sutra de Lótus, “Devoção Encorajadora”, há passagem que diz: “Demônios malignos se apossarão das pessoas”. As pessoas dominadas e controladas por “desejos mundanos” e “visão errônea”, aparentando diabo ou demônio, perseguem aqueles que protegem a Verdadeira Lei.

 Demônio do Bem e Demônio do Mal

  Há duas categorias de demônio no budismo. 
  Demônios que protegem os praticantes budistas (deuses demoníacos bons) e demônios que corroem a vida (deuses demoníacos maus). 
  No Sutra de Lótus, diz que o demônio do bem protege aqueles que defendem o Sutra de Lótus.
Deuses demoníacos bons, atuam como função de “shoten zenjin”, ou seja, como “deuses budistas”. 


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  “Deuses budistas”, “divindades celestiais” ou “deuses protetores”, entre vários outros nomes, referem-se às funções que protegem os ensinos corretos do budismo e os seus praticantes. (Brasil Seikyo, Edição 1840)
  As divindades celestiais (諸天善神) descritas no Gohonzon, como Brahma e Shakra, [as divindades do Sol e da Lua] atuam em proteção aos praticantes budistas. O budismo explica que suas funções protetoras são ativadas pela fé contidas nas orações. 
  Se praticarmos o verdadeiro budismo e vivermos uma vida de bem, as funções protetoras que existem no nosso redor e no meio ambiente serão ativadas e nos apoiarão e protegerão como deuses budistas.
A Lei Correta é a fonte que aumenta os poderes de todas as divindades celestiais.  (fonte: site da Soka Gakkai)

  
  Iluminação do Buda Sakyamuni e a Luta com o Demônio

  Embora o Sakyamuni tenha nascido príncipe, desde muito jovem ele testemunhou o sofrimento das pessoas e ficou profundamente perturbado por isso. Resolveu então abandonar a vida real e tornar um monge em busca de soluções fundamentais da vida.
  As escrituras budistas descrevem como “quatro encontros” que levaram Shakyamuni a tomar consciência dos quatro sofrimentos inevitáveis ​​do nascimento, envelhecimento, doença e morte, e a buscar uma solução para esses sofrimentos. 

  O Buda passou por práticas ascéticas por vários anos, mas percebeu que atormentar a si mesmo não o livraria do sofrimento, então ele parou com tais práticas. 
  Em seguida, perto da Palácio de Gaya, ele sentou-se sob uma árvore bodhi e entrou em meditação.
  Após alguns dias de meditação (alguns fontes dizem que foi mais de 20 dias de meditação), Shakyamuni percebeu a verdadeira natureza da vida e de todas as coisas. Por causa dessa iluminação, Shakyamuni passou a ser conhecido como Buda, ou “o Desperto”.

Imagem do Sakyamuni fazendo meditação.
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  O Buda Sakyamuni, após atingir a iluminação, ele permaneceu sob a árvore bodhi por algum tempo, regozijando-se com sua libertação do sofrimento, mas também ficou muito preocupado ao pensar que, quão difícil seria transmitir a sua iluminação aos outros.
  No entanto, Shakyamuni decidiu pregar essa iluminação aos outros, a fim de abrir o caminho para a libertação de todas as pessoas do sofrimento do nascimento e da morte.

  
   Um fato interessante é que, as escrituras dizem que durante o período da sua meditação, Sakyamuni enfrentou demônio.
  Segundo escrituras,esse demônio era desejos mundanos provocados por Demônio do Sexto Céu.
   A percepção do Buda foi um evento transformador na história da humanidade, pois representou a libertação do sofrimento e a busca pela verdade. 
  Por esse motivo, a função de maldade - representado nesse episódio como Demônio do Sexto Céu, deve ter agido agressivamente para impedir isso.


Fim